Parceiros. Segundo dados divulgados, em maio, a China importou um recorde de US$ 7,47 bilhões de petróleo bruto da Rússia, país cujas exportações sofreram com a guerra na Ucrânia.
A Rússia tornou-se um grande fornecedor para a China, superando a Arábia Saudita.
Este ano, as importações chinesas de petróleo russo aumentaram 80%.
Em relação a maio do ano passado, o volume comprado quase dobrou.
O aumento, que ocorre quando os países ocidentais mantêm as sanções em Moscou, também foi visto sem petróleo. As compras de cobre refinado aumentaram 15% e paládio, 19%.
Falando em sanções elas causaram um movimento ininterrupto na Europa. Ao reduzir a importação de gás natural da Rússia, países europeus como a Alemanha estão relançando suas usinas de carvão.
Itália, Áustria e Holanda também estão analisando o carvão para evitar que os preços da eletricidade subam, deixando de lado as preocupações climáticas.
Nesta semana, países da União Europeia vão se reunir para decidir se a Ucrânia pode entrar no bloco. Na noite anterior à cúpula, a Rússia intensificou seus ataques ao país.

0 Comentários
Deixe seu comentário